domingo, 10 de outubro de 2010

MANIFESTO DA COLIGAÇÃO PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO

COM DILMA NO SEGUNDO TURNO
PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO

Os resultados da eleição do dia 3 de outubro são uma grande vitória do povo brasileiro.

Dilma Rousseff e Michel Temer obtiveram mais de 47 milhões de votos, patamar semelhante aos de Lula nos primeiros turnos das eleições de 2002 e 2006.

Os Partidos que integram a coligação vitoriosa elegeram 11 governadores e disputam o segundo turno em 10 outros estados.

Com mais de 350 deputados, sobre 513, entre aliados e coligados, o próximo Governo terá a maioria da Câmara Federal. Será também majoritário no Senado, com mais de 50 senadores. Terá, pelo menos, 734 deputados estaduais.

Estão reunidas, assim, todas as condições para a vitória definitiva em 31 de outubro.

Para tanto, é necessário clareza política e capacidade de mobilização.

A candidatura da oposição encontra-se mergulhada em contradições. Tentam atrair os verdes, mas não podem tirar o velho e conservador DEM de seu palanque. Denuncia “aparelhismos”, mas já está barganhando cargos em um possível ministério. Proclama-se democrata, mas persegue jornalistas e censura pesquisas. Seus partidários tentam sair dessa situação por meio de uma série de manobras que buscam confundir o debate político nacional. Espalham mentiras e acusações infundadas

Mas o que está em jogo hoje no país é o confronto entre dois projetos.

De um lado, o Brasil do passado, da paralisia econômica, do gigantesco endividamento interno, mas também da dívida externa e da submissão ao FMI. O Brasil que quase foi à falência nas crises mundiais de 95, 97 e 98.

O Brasil de uma carga tributária que saltou de 27% para 35% do PIB. O Brasil dos apagões, e do sucateamento da infraestrutura. O Brasil da privataria, que torrou nossas empresas públicas por 100 bilhões de dólares e conseguiu a proeza de dobrar nossa dívida pública. E já estão anunciando novas privatizações, dentre elas a do Pré Sal.

O Brasil do passado, do Governo FHC, que nosso adversário integrou, é o país que não soube enfrentar efetivamente a desigualdade social e não tinha vergonha de afirmar que uma parte da população brasileira era “inempregável”. Portanto, o Brasil do desemprego.

Era o Brasil do desmonte do Estado e da perseguição aos funcionários.

Era o Brasil das universidades à beira do colapso e da proibição do Governo Federal de custear escolas técnicas.

Mas, sobretudo, era o país da desesperança, de governantes de costas para seus vizinhos da América Latina, cabisbaixos diante das potências estrangeiras em cujos aeroportos se humilhavam tirando os sapatos.

Em oito anos o Brasil começou a mudar. Uma grande transformação se iniciou e deverá continuar e aprofundar-se no Governo Dilma.

O Brasil de Lula, hoje, e o de Dilma, amanhã, é e será o país do crescimento acelerado que gera cada vez mais emprego e renda. Mas um país que cresce porque distribui renda. Que retirou 28 milhões de homens e mulheres da pobreza. Que possibilitou a ascensão social de 36 milhões de brasileiros. Que criou mais de 14 milhões de empregos formais. Que expandiu o crédito, sobretudo para os de baixa renda. Que fez crescer sete vezes os recursos para a agricultura familiar. E que fez tudo isso sem inflação ou ameaça dela. O Brasil de Lula e de Dilma é o país que possui uma das mais baixas dívidas internas do mundo. Que deixou de ser devedor internacional, passando à condição de credor. Que não é mais servo do FMI. É o país que enfrentou com tranquilidade a mais grave crise econômica mundial. Foi o último a sofrer seus efeitos e o primeiro a sair dela.

Dilma continuará a reconstruir e fortalecer o Estado e a valorizar o funcionalismo. O Brasil de Lula e de Dilma está reconstruindo aceleradamente sua infraestrutura energética, seus portos e ferrovias. É o Brasil do PAC. O Brasil do Pré Sal. O Brasil do Bolsa Família. É o Brasil do Minha Casa, Minha Vida, que vai continuar enfrentando o problema da moradia, sobretudo para as famílias de baixa renda.

Nosso desenvolvimento continuará sendo ambientalmente equilibrado, como demonstram os êxitos que tivemos no combate ao desmatamento e na construção de alternativas energéticas limpas. Manteremos essa posição nos debates internacionais sobre a mudança do clima.

No Brasil de Lula e de Dilma foi aprovado o FUNDEB que propiciou melhoria salarial aos professores da educação básica. É o país onde os salários dos professores universitários tiveram considerável elevação. Onde se criaram 14 novas universidades federais e 124 extensões universitárias. Onde mais de 700 mil estudantes carentes foram beneficiados com as bolsas de estudo do Prouni e 214 Escolas Técnicas Federais foram criadas. Onde 40 bilhões de reais foram investidos em ciência e tecnologia. Esse Brasil continuará a desenvolver-se porque o Governo Dilma cuidará da pré-escola à pós-graduação e fará da educação de qualidade o centro de suas preocupações. O Brasil de Dilma continuará dando proteção à maternidade e protegendo, com políticas públicas, as mulheres da violência doméstica. Será o Brasil que dará prosseguimento às políticas de promoção da igualdade racial.

Os alicerces de um grande Brasil foram criados. Mais que isso, muitas das paredes desta nova casa já estão erguidas.

A obra não vai parar.

Vamos prosseguir no esforço de dar saúde de qualidade com mais UPAS, Samu, Brasil Sorridente, Médicos de Família.

Vamos continuar o grande trabalho de garantir a segurança de todos os brasileiros, com repressão ao crime organizado e controle das fronteiras, mas, sobretudo, com respeito aos direitos humanos, ações sociais e a participação da sociedade como vêm acontecendo com as UPP.

Vamos continuar a ser um país soberano, solidário com seus vizinhos. Um país que luta pela paz no mundo, pela democracia, pelo respeito aos direitos humanos. Um país que luta por uma nova ordem econômica e política mundial mais justa e equilibrada.

Os brasileiros continuarão a ter orgulho de seu país.

Mas, sobretudo, queremos aprofundar nossa democracia. A grande vitória que a coligação PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO obteve nas eleições para o Congresso Nacional permitirá que Dilma Rousseff tenha uma sólida base de sustentação parlamentar.

Diferentemente do que ocorreu entre 1995 e 2002, a nova maioria no Congresso não é resultado de acordos pós-eleitorais. Ela é o resultado da vontade popular expressa nas urnas. Essa maioria não será instrumento para esmagar as oposições, como no passado. Queremos um Brasil unido em sua diversidade política, étnica, cultural e religiosa.

Por essa razão repudiamos aqueles que querem explorar cinicamente a religiosidade do povo brasileiro para fins eleitorais. Isso é um desrespeito às distintas confissões religiosas. Tentar introduzir o ódio entre as comunidades religiosas é um crime. Viola as melhores tradições de tolerância do povo brasileiro, que são admiradas em todo o mundo.

O Brasil republicano é um Estado laico que respeita todas as convicções religiosas. Não permitiremos que nos tentem dividir.

O Brasil de Dilma, assim como o de Lula, é e será uma terra de liberdade, onde todos poderão, sem qualquer tipo de censura, expressar suas idéias e convicções.

Será o Brasil que se ocupará de forma prioritária das crianças e dos jovens, abrindo-lhes as portas do futuro. Por essa razão dará ênfase à educação e à cultura.

Mas será também um país que cuidará de seus idosos, de suas condições de vida, de sua saúde e de sua dignidade.

Sabemos que os milhões que estiveram conosco até agora serão muitos mais amanhã.

Para dar continuidade a essa construção iniciada em 2003 convocamos todos os homens e mulheres deste país. A hora é de mobilização. É importante que nas ruas, nas escolas, nas fábricas e no campo a voz da mudança se faça ouvir mais fortemente do que a voz do atraso, da calúnia, do preconceito, da mentira, dos privilégios.

À luta, até a vitória.



Brasília, 07 de outubro de 2010.

Coligação Para o Brasil Seguir Mudando.

sábado, 18 de setembro de 2010

CONVITE




terça-feira, 31 de agosto de 2010

ONDA VERMELHA INVADE A PRAIA DE COPACABANA




















Segunda, 30 de agosto de 2010

A princesinha do mar foi palco, neste domingo (29), de uma grande demonstração popular em favor da eleição de Dilma Rousseff, para a presidência da república, Lindberg Farias, para o Senado Federal, e demais candidatos do PT.
Cerca de 30 mil pessoas se concentraram no posto seis de Copacabana e caminharam pela orla até o posto três, onde os petistas fizeram um comício.
O presidente do PT, Luiz Sérgio, iniciou o discurso dizendo que o Brasil precisa avançar ainda mais com Dilma e, para isso, é necessário eleger uma expressiva bancada aliada no Congresso Nacional.
Depois, Lindberg convocou a militância para trabalhar na consolidação da vitória de Dilma, na conquista da vaga para o Senado e na eleição dos candidatos do PT.
– Tem muita gente, aqui, que participou da luta pelas Diretas Já. Tem muita gente que também pintou a cara para tirar o Collor da presidência. Agora, nos unimos pra criar uma onda vermelha nas ruas e nas urnas. A partir desta terça-feira, vamos lançar uma série de passeatas no Rio de Janeiro para eleger Dilma e conquistarmos uma vaga no Senado. Conto com vocês pra formar também uma grande bancada de deputados – disse Lindberg diante de uma multidão de pessoas, que o acompanhou num segundo percurso da caminhada até o Leme.
A ministra de Políticas para Mulheres, Nilcéa Freira, participou do evento representando Dilma, que teve compromisso em Brasília.
Segundo Nilcéa, o atual grupo político que se candidata é forte e tem todas as condições de dar continuidade aos projetos do Governo Lula.
- Dia primeiro de janeiro de 2011, Dilma e Lindberg subirão a rampa do planalto, enquanto Cabral tomará posse como governador do Rio. Acreditamos nestes políticos e rumo à vitória – disse Nilcéa, que foi recebida com carinho pelas mulheres que encontrou na orla.
Do Lindberg na Rede
por Mulheres com Dilma

MICHEL TEMER - A FORÇA NACIONAL DO PMDB

Foto Agência do Estado.
Dilma e Temer.


Na vice de Dilma, Temer amplia conquista sobre PMDB serrista

Agenda paralela do presidente do PMDB ajudou a alavancar candidata em redutos onde favoritismo era do ex-governador do PSDB

Adriano Ceolin e Andréia Sadi, iG Brasília 31/08/2010 07:00


Candidato a vice na chapa da presidenciável Dilma Rousseff (PT), o deputado Michel Temer (PMDB) tem sido considerado até por petistas como um dos responsáveis pelo crescimento da candidatura da ex-ministra da Casa Civil em colégios eleitorais onde José Serra (PSDB) era favorito, como São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Ironizado por adversários como ruim de voto (em 2006, se elegeu por causa do voto da legenda), o vice sempre foi visto como bom articulador político e uniu o partido em torno da candidatura petista.

Avesso ao corpo a corpo das campanhas políticas, Temer cumpre agenda paralela à da ex-ministra. O deputado federal percorreu neste mês o Vale do Itajaí acompanhado por lideranças locais do partido e seguiu no último final de semana para o interior paulista.

A maior das disputas de Temer tem sido travada com o diretório paulista, no qual Temer mantém sua filiação. Em São Paulo, o PMDB é liderado por Orestes Quércia, candidato ao Senado pela chapa do tucano Geraldo Alckmin e antigo adversário de Temer.

Para barrar a influência de Quércia no diretório paulista, Temer intensificou os compromissos no Estado e se reuniu com líderes em Jales, Ribeirão Preto, Barretos e na própria capital.


Em entrevista ao iG, Temer disse observar uma versão paulista do voto “Dilmasia”, combinação de voto em Dilma e o candidato ao governo de Minas pelo PSDB, Antonio Anastasia.

Segundo ele, eleitores paulistas deverão votar nele próprio para vice - ou seja, em Dilma - e em Quércia. “Os peemedebistas aqui (em São Paulo) estão fazendo uma chapa curiosa, Temer vice e Quércia senador”, afirmou.

No último dia 20, prefeitos paulistas inauguraram um comitê pró-Dilma organizado pelo prefeito de Rio Claro, Du Altimari.

Eleito deputado federal por São Paulo, Temer quer consolidar a influencia do partido no maior colégio eleitoral do País.

No diretório de Sorocaba, por exemplo, um informativo traz Quércia para o Senado e Dilma e Temer para o governo federal.

Temer tem feito gestos para desmobilizar prefeitos e candidatos a deputados que tinham, num primeiro momento, declarado apoio ao tucano.
Na sexta-feira passada por exemplo, o deputado – que é também presidente nacional do PMDB – visitou cinco municípios de Santa Catarina: Navegantes, Pouso Redondo, Ituporanga, Ibirama e Blumenau.

Em Santa Catarina, o PMDB coligou-se com PSDB para apoiar candidato ao governo pelo DEM, Raimundo Colombo. O partido ficou com vaga de vice e indicou Eduardo Pinho Moreira, que sofre ameaça de ser expulso (PMDB).

Até o inicio da corrida eleitoral, ele era o presidente do diretório, mas perdeu o posto a pedido de direção nacional por apoiar o DEM e o PSDB.

“Eu não voto Temer e Dilma Rousseff por causa desta ameaça de expulsão”, disse Eduardo ao iG.

“No entanto, não estou pedindo votos para o Serra. Meu foco é campanha estadual”, completou.

Em Santa Catarina, porém, Temer conquistou o apoio do prefeito de Florianópolis, Dário Berger, que já foi filiado ao DEM e ao PSDB.

Depois de passar por Santa Catarina, o candidato a vice de Dilma foi para São Paulo, outro Estado em que o PMDB local está coligado com o PSDB e com o DEM.

No sábado, Temer esteve nos municípios de Ribeirão Preto, onde inaugurou comitê suprapartidário para Dilma, e Barretos, município em que participou da festa do alho.

Nesta quinta-feira (2), Temer voltará ao Rio Grande do Sul, Estado em que o PMDB tem como candidato ao governo o ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça.

Ele enfrenta o ex-ministro Tarso Genro (PT) e a atual governadora Yeda Crusius. Na primeira fase da campanha, Fogaça foi assediado por Serra, já que o tucano liderava as pesquisas no Estado.

Temer, no entanto, montou uma estratégia para evitar que o grupo de Fogaça ajudasse Serra.

Por isso, incentivou que o deputado Mendes Ribeiro Júnior fosse coordenador da campanha de Fogaça. “Desde o princípio, eu sempre deixei clara minha posição em favor da Dilma”, disse Mendes Ribeiro.

O iG apurou que o PMDB nacional tem ajudado financeiramente a campanha de Fogaça. Mendes negou o repasse de recursos da campanha de Dilma para a campanha do PMDB gaúcha.

“A relação do PMDB do Rio Grande do Sul é com o PMDB nacional”, ressaltou o coordenador da campanha de Fogaça.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

REDE CEGONHA VAI MELHORAR A VIDA DAS MÃES E DE SEUS FILHOS



Domingo, 29 de agosto de 2010





A preocupação com a saúde das crianças, desde a gestação da mãe até os primeiros anos de vida, levou a candidata à presidência Dilma Rousseff a criar a Rede Cegonha.
Além do SAMU Cegonha, focado no atendimento da mulher grávida, o programa de governo da coligação Para o Brasil Seguir Mudando incluiu a construção de hospitais de referência para o tratamento de doenças de alta complexidade.
“Um país do tamanho do nosso, com a população de crianças e jovens que nós temos, vai ser medido pela capacidade de fazer uma política que inclua as crianças. Uma política de resgatar uma geração e transformar as oportunidades desta geração em uma alavanca para o país”, afirmou a candidata, em entrevista coletiva hoje, em Brasília.
Dilma visitou ontem, em Feira de Santana (BA), o Hospital de Referência da Criança, com tratamento sofisticado para doenças de alta complexidade, que incluiu no seu programa de governo.
Educação
A candidata reforçou a meta de construir, até 2014, as 6 mil creches e pré-escolas já incluídas no PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento). No total, segundo Dilma, serão investidos R$ 7,6 bilhões.
Ela explicou que as creches, além de garantir às mães que trabalham um local adequado para deixar os filhos, ajudam a atacar a raiz da desigualdade por meio de estímulos pedagógicos.
“Creche não é depósito de crianças, mas um local para que tenham as mesmas oportunidades das crianças mais ricas”, disse Dilma.

por Mulheres com Dilma

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